Governo do Distrito Federal
Governo do Distrito Federal
1/12/20 às 15h39 - Atualizado em 2/12/20 às 15h43

Organização premia textos escritos por mulheres que declaram amor por Brasília

COMPARTILHAR

“Brasília não é uma cidade apenas. É a persistência de um propósito. É a liderança de um homem, a genialidade de vários e o esforço de muitos. Brasília é o feito de uma nação, por uma nação. Como secretária de turismo dessa cidade-símbolo, não haveria para mim melhor ferramenta de trabalho. Somos Patrimônio Cultural da Humanidade. Somos Cidade Criativa do Design, somos Cidade Parque, somos a maior área tombada do mundo, somos a capital de um país continental”, disse a secretária de Turismo do DF, Vanessa Mendonça, em trecho de seu poema durante a live: Por que amo Brasília? A voz das Mulheres.

 

 

 

 

 

Organizado pela presidente da Aliança das Mulheres que Amam Brasília, Cosete Ramos, o encontro virtual foi realizado nessa segunda-feira, (30/11), e contou com a divulgação do resultado do concurso cultural, no qual mulheres empreendedoras da cidade foram convidadas a escrever sobre a nossa cidade e fizeram leitura de suas declarações de amor à capital.

Uma tríade de juradas, formada pela jornalista Dad Squarisi, a escritora Gracia Cantanhede e a autora Íris Borges selecionou as melhores produções em prosa e verso. Ao todo, 60 textos foram selecionados. A quantidade de ganhadoras faz alusão à idade da capital federal, inaugurada em 21 de abril de 1960 e as autoras terão suas homenagens publicadas em uma coletânea cultural, que será lançada em 2021. “Parabéns as 60 mulheres. Estar em um livro é para sempre e estar em um livro sobre Brasília é uma honra. Mostra qualidade, amor, garra e vontade de viver por nossa cidade. Por meio dos depoimentos, percebemos o quanto nós colaboramos para que Brasília fosse grande. Tenho muito orgulho”, disse Cosete durante a videoconferência.

 

Nas obras, as autoras escreveram sobre os sonhos de Juscelino Kubitschek, os vitrais da Catedral, os traços de Oscar Niemeyer, a Universidade de Brasília, a W3 e outras memórias da Metrópole dourada em pelo cerrado. “Todos os textos são lindos. Cada um no contexto peculiar de sua autora”, comemorou Ilda Peliz. “Não foi fácil selecionar as obras vencedoras. Ao ler os poemas, me senti passeando por Brasília. Emocionei muito. A arquitetura e o céu da cidade são características unânimes nas obras, mas cada uma trouxe um pedacinho da nossa capital. Parabenizo todas que participaram”, concluiu a escritora Íris Borges.